segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
REJEITANDO A REJEIÇÃO
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Adiante
Mesmo não estando em terra alheia, acredito, piso devagar,
Pois, longe deste ser é querer, prever e pisar nos sonhos alheios,
Sequer, tenho direito de pedir reciprocidade,
De verdade, parceiro é o tempo, que coloca, à sua natureza, tudo no devido lugar,
Enquanto isso continuo, em um humilde compasso,
A tudo captando e agora querendo captar bem e mais,
Porém atento, para à visão, não torna-se ilusão,
Pode até ser alusão, com cautela e à responsabilidade,
Do Freud, abstenção, mas não mais à farsa e não falsa ingenuidade;
Foi uma noite de prantos, de tal modo que a fonte, ainda, não secou,
Nem há de secar!? Houve assimilação!? Ou acomodação!?
Mas a ingenuidade há de não voltar...
Reflexão Permanente
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Destino...
Por que este sentimento de grandeza pulsa na alma, quando a certeza encaminha rumo a mediocridade própria e óbvia?
O que falta para transcender, encontrar o passo e assim seguir um compasso próprio e natural, rumo a tal, suposta, sensação desta vida?
Está sensação seria nada mais que uma fuga, para não admissão, do ser pequenez que tem seu brio e valor, porém incomparável ao desejo, o qual se mete a besta em querer ser o que não é?
Dói a alma, adoece o espírito está dúvida e está é a provável prova de alguma opção?
Entremeios, hoje compreendo tempo de uma forma tão descompassado, que não se limita ao aquém das dúvidas, das possibilidades ou impossibilidades, ele que torna dias em anos e horas em milésimos de segundos, este devo tornar meu aliado, pois é um trunfo!
Talvez o que me falte é metrica, fontes, técnica ou ainda vida, o que sei é que está falta me atormenta, me consome como uma obrigação não paga, como uma missão de odé não conquistada.
O que busco é equilíbrio e a paz, os quais trazem em si conflitos e guerras, e o que abomino é a mentira. Es que sinto residir neste caminho a chave para a sabedoria, cuja é resposta para a minha natureza, meu axé, minha vida.
terça-feira, 15 de março de 2011
Solo sagrado
Em verdade questões, as quais com a forca do tempo,
Apresentam-se como notórias resoluções,
Ainda temendo, na insegurança,
Que me assegura, um ponto de vista privilegiado,
Sigo enxergado, ouvindo, sentido, morrendo e renascendo,
A cada raio do sol,
A cada nova perspectiva,
A cada giro do mundo,
A cada redescoberta,
Relembro, corrijo e vivo,
Agradeçendo e agradeço!
Clamo paz, força e amor,
Tenho mudanças, desafios e decisões.
No agora entendo, o fruto cair à seu tempo,
No agora entendo, não haver paz sem guerra,
No agora entendo, não haver morte sem vida,
No agora entendo, não haver beleza sem ternura,
Então, se ainda caminho, mesmo que em estrada outra,
Se em verdade, guardo na alma a memoria da vida,
As promessas, os segredos, as lições
Qual o crime que atentei aos que amo?
Sinto o tempo, ele há de mostrar!
Tal afirmação, consola, fazendo seguir em frente,
Fechado meus olhos, ofertando a cabeça,
Para aqueles, que vou aos pés, reverenciar a força e sabedoria,
Aprendendo a cada inspiração e expressando a da expiração,
De coração e alma limpa, sigo com meu fardo,
Porém sorrindo, sonhando e amando!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Encontro
Somente banhado pela essência estrelar e a emanação lunar,
Abaixo desta configuração rudimentar,
Reinou no barro mortal, em solo sagrado,
Uma verdade velada, ansiada, conclamada,
Revelou-se num esplendoroso bailar,
Juram, que o viram a dançar,
O que vi, foi um guerreiro a guerreia,
Purificando, consagrando, cuidando,
Honrosamente presente a emanar,
Transmitia sem palavras, com os passos e compassos
Suas historias, com uma incomparável compreensão,
Fazendo um eco, o qual conduzindo o tempo e o espaço,
Por instantes nada mais havia além, muito menos aquém,
Era fato, algo incontestável o que o ser noviço captava,
Assim a verdade dançou, guerreou, saudou,
Regeu o baquete, se revelou e ensinou.
Que a herança jaz em cada partícula do ser,
Por tal, faz necessario ir ao encontro da desconstrução,
Permitir-se renascer sobre o mesmo céu,
Daqueles que ansiamos, sonhamos, amamos.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O ponto
Fez o sangue pulsar, ferver, eclodir
Então vi, observei, atentei, analisei, resisti
Mas enfim segui, temendo, gemendo, chorando, sorrindo.
Porém, sedento, muito menos confuso.
Entretanto, ainda não tão contundente...
Com uma estranha satisfação de um encontro.
Demasiadamente assustador,
Sem saber, formalizaria a queda, a solidão, a rejeição.
O qual precipitava algo, aquém e além de uma ilusão.
Voltar ao ponto zero, onde nada é e resta tão somente o instinto.
Reagindo ao medo e provando a vida,
Fazendo transborda vontade de viver, de conquistar, de sonhar, de ser e vencer.
Tudo isto, algo muito familiar!
Evoquei a maldição, que veio como um raio!
Chocando o barro mortal, gerando uma breve paralisação...
Desta vez, não vieram lágrimas, mas uma carga de 25 anos e varias vidas,
O que fiz!? Suspirei e escrevi, não com lápis ou giz,
E sim! Com o diamante, rasgando a carne,
Senti cada letra, que formou palavras e então surgiram frases,
Que somente eu vi, não por eleição, mas por escolha.
Com o sagrado/profano direito de uma alma livre!
Então!?
Caminhando, clamando, conclamando!
O sangue pulsa, ferve, eclodi...
Vejo, observo, atento, analiso, sigo
Desejando, conquistando, me erguendo,
Ofertando a cabeça, aprendo a confiar no agora!
Pois é tão somente isto que hoje sei....
